quarta-feira, 30 de abril de 2014

Bolsa de ações de educação parental para famílias desfavorecidas



A APSI com o apoio da Fundação Montepio, criou uma Bolsa de ações de educação parental para famílias económica e socialmente desfavorecidas. Uma das primeiras ações teve lugar na “Ajuda de Mãe”, em Lisboa, onde um grupo de jovens mães pôde aprender a evitar os acidentes com crianças nos primeiros anos de vida. 

A mortalidade infantil é superior em zonas carenciadas e com famílias desfavorecidas. Nestas famílias, onde os rendimentos, a escolaridade e literacia são mais baixos, os ambientes acabam por ser, muitas vezes, mais perigosos e as crianças sofrem mais traumatismos e lesões acidentais.

Como tal, a APSI pretende dotar estas famílias de conhecimentos e competências parentais que lhes permitam adaptar o meio onde vivem às crianças e adoptar comportamentos preventivos, apropriados à idade e características dos seus filhos.

No passado dia 16 de maio, cerca de 30 mães adolescentes participaram numa destas ações, ficando a conhecer os principais perigos a que os seus filhos estão expostos diariamente e o que podem fazer para os evitar. As jovens consideraram a informação bastante relevante e pertinente, reconhecendo a importância deste tipo de ação para a sua preparação enquanto mães.

Entre elas, as mães comentavam e partilhavam episódios que agora sabiam que podiam ter sido evitados. “Vamos mudar várias coisas que achávamos que estávamos a fazer bem mas que afinal estavam a pôr em perigo os nossos bebés” foram as palavras gerais que encheram a sala no final da ação. 

Próximas ações:
2 de maio | 18h30 | Centro Social e Paroquial da Buraca
5 de maio | 18h00 | CPCJ Castro Daire 
6 de maio | 18h30 | Associação de Desenvolvimento Social e Cultural 5 Lugares - Lousã
7 de maio | 14h30 | CAFAP Setúbal
20 de maio | 17h00| Centro Social 6 de maio, Amadora 
30 de maio | 18h00 | Centro Paroquial de Oeiras - Infantário Santo Amaro
 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Alta Segura – Transporte em segurança desde o 1º dia


Crowdfunding



Em 2011, a APSI implementou o projeto Alta Segura – Transporte do Recém-Nascido no Automóvel – nos 3 hospitais do Algarve com maternidade. Mas,  após 3 anos os hospitais necessitam de uma renovação de alguns dos materiais de ao desenvolvimento do projecto, reciclagem de conteúdos e acompanhamento técnico on job.para dar continuação ao projeto.
Os acidentes rodoviários são ainda a maior causa de morte e incapacidade permanente em crianças na Europa. Todos os dias em Portugal 12 crianças até aos 17 anos sofrem um acidente de viação (APSI, 2012). Mais de 50% destes acidentes acontecem com crianças passageiras de automóveis.

É por isso que a sua ajuda é fundamental para darmos continuidade ao Projeto Alta Segura, na região do Algarve! Através da plataforma do BES Crowdfunding, a APSI precisa de angariar 1.850€. Pode parecer difícil mas com uma pequena ajuda de todos, acreditamos que é possível!

Além disso, ao contribuir pode ainda receber várias recompensas, entre elas um recibo de donativo para efeitos de IRS/IRC.

Veja como contribuir, outras recompensas e mais informação sobre o Projeto aqui:

https://bescrowdfunding.ppl.pt/pt/prj/alta-segura





quinta-feira, 17 de abril de 2014

A APSI DESEJA-LHE UMA PÁSCOA EM SEGURANÇA



Estamos a chegar à Páscoa, que lembra de imediato amêndoas com cobertura, ovos de chocolate e os brinquedos/surpresa que estes trazem (quase sempre) lá dentro. 
Para que a Páscoa da sua família não fique marcada por sustos desnecessários, tenha em atenção:

- Nunca dê amêndoas rijas às crianças mais pequenas.
- Se lhes der amêndoas moles, mesmo assim parta-as em pequenos pedaços e obrigue-as a comerem sentadas. Desta forma reduz o risco de sufocação.
- Observe bem os brinquedos que vêm nos ovos de chocolate oferecidos aos seus filhos – têm peças pequenas ou que possam soltar-se/partir-se e provocar asfixia?
- Estes brinquedos, geralmente frágeis, duram pouco tempo… Não hesite em deitá-los fora mal se partam ou quando a criança se esquece do seu precioso “tesouro” novo!
- Assim evita que mais tarde ou mais cedo vão parar às mãos das crianças mais novas. Antes dos 3 anos de idade há maior tendência de meterem tudo na boca o que faz aumentar o risco de acidente.